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Casos de gigantomastia gestacional

Paciente de 28 anos de idade e 37 semanas de gestação. (Rezai et al., 2015).

 

Paciente de 26 anos de idade e 22 semanas de gravidez, preparando-se para uma cirurgia de redução mamária. A paciente estava com 75 kg e uma altura de 165 cm. (Türkan et al., 216)

 

Paciente de 24 anos de idade e com 7 meses de gravidez, exibindo gigantomastia unilateral. Era a segunda gestação da paciente. Os achados ultrassonográficos da paciente foram normais, exceto por um aumento de tecido fibroglandular heterogêneo. Nenhum achado patológico significativo foi detectado nos exames laboratoriais. (Sanli et al., 2024)

 

Paciente de 34 anos de idade e com 18 semanas de gravidez. A gigantomastia estava complicada por necrose bilateral na pele das mamas, dor severa e inabilidade de ambular. A paciente possuía um histórico de duas gravidezes prévias de sucesso e múltiplas perdas fetais subsequentes devido a anomalias cromossômicas. Após tratamento com bromocriptina e mastectomia, a paciente teve melhora do quadro e conseguiu dar à luz sem complicações. (Okere et al., 2023)

 

Uma paciente de 31 anos - com uma gravidez prévia sem complicação -, apresentou-se com 27 semanas de gestação com histórico de 3 semanas de aumento explosivo das mamas em ambos os seios. Ela relatou dor constante, dispneia devido à compressão torácica, incapacidade de deitar-se ou deambular, e sangramento em jato proveniente de uma úlcera necrótica na mama direita. A mama direita pesava 10 kg - e 127 cm de circunferência - e a mama esquerda 8,8 kg - e 105 cm de circunferência. Ambos estavam tensos, edemaciados e cobertos por pele friável; úlceras no polo inferior exsudavam líquido serossanguinolento, e o paciente permanecia curvado para a frente para contrabalançar a massa. A paciente foi submetida a uma mastectomia bilateral. (Sama et al., 2025)